Ninguém deveria pagar mais caro por falta de informação.

O preço está escrito na gôndola, à vista de todo mundo. Mesmo assim, na hora de decidir, ninguém sabe se o mercado da esquina cobra mais que o da avenida.

A informação existe — só que fica presa dentro de cada loja. Comparar de verdade exigiria visitar três mercados no mesmo dia, anotar tudo e torcer para o preço não ter mudado. Ninguém faz isso. A diferença acaba paga em silêncio, semana após semana.

O Baratô tira essa informação de onde ela já está registrada: o cupom fiscal. Uma compra comum carrega dezenas de preços, com a loja e a data certas, conferidos no portal da Secretaria da Fazenda. Ler o cupom leva segundos e abastece o mapa do bairro inteiro.

É um projeto pequeno e independente, feito por quem faz compra para quem faz compra. O consumidor não paga e os dados não são vendidos.

Três coisas que não estão à venda

  • O preço. Nenhum mercado pode pagar para aparecer mais barato do que é. Os planos vendem visibilidade — espaço para promoções e destaque delas. O número exibido e a ordem de quem está mais barato ficam fora da negociação, e sempre vão ficar.
  • A sua compra. Quem reportou um preço não é revelado a ninguém, e a lista do que você comprou não é pública. Ao ler o cupom não guardamos foto nem CPF.
  • O acesso. Quem compra não paga nada, e não vai passar a pagar. Quem sustenta o Baratô é o mercado que quer aparecer.

Onde estamos

O mapa já traz 4.487 mercados, e todo preço publicado até hoje veio de cupom fiscal. É pouco perto do que precisa ser, e é assim que começa: cada cupom lido cobre um mercado a mais para quem mora perto.