Uma foto do QR registra a compra inteira.

Leia o cupom fiscal ao guardar as compras. Leva segundos e coloca dezenas de preços no mapa do seu bairro.

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    Aponte a câmera para o cupom

    O QR Code fica impresso no rodapé da nota. Uma leitura registra a compra inteira — não é um produto por vez.

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    Conferimos na Secretaria da Fazenda

    Os itens vêm do portal oficial do estado, com o preço que você pagou e a data da venda. Não guardamos foto do cupom nem o seu CPF.

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    O mercado entra no mapa

    A nota identifica a loja pelo CNPJ, então o preço vai para o lugar certo — mesmo que o mercado ainda não estivesse cadastrado.

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    Sua cesta fica comparável

    Monte a lista do que você compra e veja quanto ela custa em cada mercado perto de você.

Por que o cupom, e não o palpite

Um preço tirado de nota fiscal foi conferido na origem: para forjá-lo seria preciso emitir uma venda de verdade, com imposto. É por isso que a nota vale mais aqui do que qualquer número digitado — e por que todo preço publicado até hoje veio de cupom fiscal.

Preço digitado à mão também entra, e aí quem confere é quem está na loja: qualquer pessoa pode confirmar ou contestar. Todo preço aparece com a data em que foi observado — o que valia mês passado não decide a compra de hoje, e a tela avisa quando o dado já está velho.

O que ainda não fazemos

  • • A leitura de cupom funciona em São Paulo. Cada estado publica a nota num formato próprio e abrimos um de cada vez — o app avisa quando reconhece o cupom mas ainda não sabe ler aquele estado.
  • • Ainda não lemos código de barras. Os produtos são casados pela descrição, com ajuda de quem usa o app.
  • • A cobertura depende de gente perto de você lendo cupom. Onde ninguém leu ainda, o mapa mostra o mercado, mas não o preço.

Baratô é gratuito para quem compra e sempre vai ser. Quem sustenta o app é o mercado que quer aparecer — veja como.